Salvador, 29 de agosto de 2025
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O que as Forças Armadas podem fazer para salvar Bolsonaro. Por Moisés Mendes
Cidadania
Saturday, 13 June 2020 15:17
Moises_MendesEsta semana, o ministro Dias Toffoli disse que os outros poderes não podem continuar aceitando as "atitudes dúbias" de Bolsonaro, ao falar da necessidade de diálogo e respeito entre Executivo, Legislativo e
 
Obrigado George. Por Frei Betto
Cidadania
Saturday, 13 June 2020 13:14
frei-bettoAprendi no Cristianismo, querido George Floyd, que o sangue derramado pelos mártires rega a terra e produz frutos em abundância. Daqui do Brasil, no sul do mundo, onde ocorre um genocídio por descaso do governo
 
Bolsonaro é petista, general? Por Fernando Brito
Dando o que Falar
Saturday, 13 June 2020 03:38
fernandoBritoNas páginas amarelas da Veja desta semana, Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência faz um exercício de cinismo, jurando um arrependimento por ter se envolvido
 
América Latina, com um Brasil submisso, vira o novo palco da disputa entre potências. Por Leonardo Attuch
Dando o que Falar
Thursday, 11 June 2020 02:46
Leonardo_AttuckLogo no início do governo de Jair Bolsonaro, Steve Bannon, ideólogo e guru dos movimentos neofascistas e dos governos de extrema-direita ao redor do mundo, disse que uma das mudanças seria o afastamento entre
 
O Partido dos Robôs sem Voto. Por Jorge William
Dando o que Falar
Tuesday, 09 June 2020 18:53

O empresário Marcos Aurélio Carvalho, um dos donos da AM4, foi peça-chave na campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018. No fim daquele ano, contudo, deixou a equipe de transição de Bolsonaro após o vereador Carlos se incomodar com uma entrevista que deu ao GLOBO. Depois de meses em silêncio, Carvalho aceitou escrever um artigo para o Sonar sobre internet e política. Abaixo o artigo do ex-marqueteiro que ajudou Bolsonaro a virar presidente:

O Partido dos Robôs sem voto

A democracia moderna foi atravessada por um desafio inimaginável até pouco tempo: a ocupação da pólis por seres irreais. Quem são esses usuários que diariamente emplacam temáticas políticas nos trending topics do twitter, com uma capacidade quase imediata de mobilização em torno de hashtags perfeitamente bem combinadas, perfeitas até demais para serem verdade?

Há uma falha no teste do pato. "Se ele parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então provavelmente é um pato" – diz o ditado. E o usuário que se parece com eleitor, reclama como eleitor, apoia como eleitor, mas usa hashtags milagrosamente lançadas, em questão de minutos, aos assuntos mais comentados do momento? É robô.

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Tudo que acontece de mais relevante na política nacional vira uma hashtag, ou mais provavelmente duas: uma de apoiadores e outra de detratores. Inicia-se, então, a batalha digital do dia.

Existem, porém, as batalhas reais e as batalhas que nascem forjadas e se tornam reais. As primeiras não deixam de interessar à análise do cenário dicotômico, mas as segundas merecem especial atenção crítica. Robô não vota. Então por que importa tanto o tumulto que ele faz? Porque a movimentação de usuários irreais tem o condão de pautar o debate. A aparência de que um assunto está sendo comentado faz com que ele passe a ser comentado de fato. Está feito o sequestro da pauta política de um país.

A movimentação de uma expressiva quantidade de usuários falsos tem a perigosa capacidade de criar uma bolha inflacionária política ou eleitoral. O que significa isso? Que ela traz uma falsa robustez a uma ideia, a uma pessoa ou a uma causa. Esse conjunto de robôs desprovidos de título de eleitor cria uma "bolha" de apoiadores - frágil, posto que mentirosa. Mas a demonstração da ampla adesão à ideia chama mais gente, desta vez pessoas reais. É uma bolha inflacionária política e eleitoral, na medida em que carrega uma pessoa nos ombros invisíveis de celulares conectados a contas falsas e entrega a ombros verdadeiros de quem sentiu que estava aderindo a um forte movimento, "que subitamente eclodiu". Então, pouquíssimo importa que robô não vota, não comparece a manifestação, não bate panela na janela, desde que ele consiga fazer pessoas reais, capazes de tudo isso, aderirem ao movimento.

Não pode ser subestimada a grande susceptibilidade de uma pessoa real se juntar a um movimento de origem falsa. As pessoas entram diariamente nas redes sociais em busca de um tema para comentar. Não é mais só uma questão de programação comportamental, é também uma questão de pertencimento. Se uma hashtag entra para os trending topics, para muitos isso significa quase automaticamente que o assunto em torno dela merece um comentário ou uma ação.

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Muita ficção científica foi produzida no passado, especulando sobre robôs usurpando empregos e até postos de comando humanos; mas pouco se imaginou sobre robôs usurpando o debate público humano, o debate sobre a própria forma de uma sociedade humana se organizar e se deixar liderar.

Qual é o grande mal disso? Justamente pela fugacidade do "assunto do momento", a batalha política passou a ser diária, pontual e pormenorizada. Houve um claro esvaziamento da política de identificação de ideias e propostas, em favor da política de identificação de posturas e falas, cotidianamente. É um rumo perigoso para se tomar: o debate político deixar de ser sobre ideias e passar a ser sobre circunstâncias. A transitoriedade do apoio gera graves crise de representatividade e de capacidade de se liderar, pelo prazo necessário para fazer qualquer diferença.

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Se esses fatos estão postos e estamos falando de uma realidade enquanto ela acontece (vide batalha de hashtags do dia), o que se há de fazer? Muito se debate, acertadamente, sobre regulação, investigação e inibição da presença digital fake. Mas conhecem-se os desafios de se controlar algo que é pouco rastreável, que desconhece fronteiras territoriais e faz-se esbarrar em alcances jurisdicionais.

Sem dúvidas, a melhor forma de encarar é escancarar. Não se questiona a importância de a comunidade digital global continuamente trabalhar para evoluir em segurança, rastreabilidade e confiança; e de as comunidades jurídicas amadurecerem os debates sobre controle, responsabilização e desmobilização. Mas a contribuição mais eficaz e imediata virá – e já tem vindo – das iniciativas de jogar luz sobre as trevas da mobilização robotizada em torno de pautas políticas.

Não tem fidelidade partidária no Partido dos Robôs sem Voto. É preciso apostar alto na "trollagem" contra os robôs. Isso significa expor suas contradições, suas obviedades, suas falhas, seus movimentos e suas inconsistências. Talvez seja essa uma boa releitura moderna do enigma da esfinge. Precisamos decifrar as redes a serviço do fake, sob pena de vermos devorado o debate público tal como se conhece. Nas urnas: um homem, um voto. Nas redes: um homem, um post.

 
Viver não é preciso. Por Tássia Rabelo*
Cidadania
Tuesday, 09 June 2020 04:25

Tassia_Rabelo_Os protestos antifascistas e as massivas manifestações contra o racismo nos Estados Unidos incendiaram os debates na esquerda brasileira sobre a realização de manifestações em um quadro de

 
Porque recusei um pedido de entrevista do jornal O Globo. Por Lula da Silva
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Monday, 08 June 2020 12:34
lula2O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou carta em resposta a um pedido de entrevista do jornal O Globo. O ex-presidente fala de como as Organizações Globo lideraram o lawfare para impedi-lo de ser
 
Para Celso Amorim, Forças Armadas tendem a não apoiar um golpe. Por Eduardo Maretti
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Saturday, 06 June 2020 12:16
celso_amorimApesar dos atuais temores de um golpe de Estado no Brasil, o ex-ministro das Relações Exteriores (2003-2011) e da Defesa (2011-2015) Celso Amorim não considera provável que os militares partam para essa solução.
 
Bolsonaro está com medo. Por Reinaldo Azevedo
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Saturday, 06 June 2020 06:00

reinaldo-azevedoJair Bolsonaro e seus auxiliares estão se pelando de medo. Não esperavam enfrentar mobilizações de rua tão cedo. E vão. Agora ou quando vier o relaxamento. O que quer que aconteça neste domingo não conta, como está

 
Porque Lula se recusa a assinar manifesto ou se unir com FHC contra Bolsonaro. Por Luis Nassif
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Saturday, 06 June 2020 04:55
Luis_NassifNão dá para o PT embarcar no "primeiro ônibus" que está passando contra Jair Bolsonaro. É com esse argumento que o ex-presidente Lula se recusou a assinar o manifesto "Basta!" e também tem evitado participar de
 
Começa a discussão sobre o pacto nacional pós-Bolsonaro, por Luis Nassif
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Saturday, 06 June 2020 04:07
Luis_Nassif3Vamos por partes. O ponto de partida é aceitar que o destino de Jair Bolsonaro já está traçado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ontem circulou a informação de que o Ministro da Defesa, general Fernando
 
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