Produzido pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom),
instituição ligada ao Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação
(FNDC), o sítio "Donos da Mídia" tende a se tornar uma das mais
importantes ferramentas virtuais para pesquisas relacionadas à
comunicação.
Esse texto foi escrito há quatro anos. Depois disso, milhares de
mulheres morreram vítimas dos ciumentos - o caso mais recente foi
daquele psicopata/bandido em São Paulo que ceifou a vida de uma jovem
de 15 anos. Portanto, compartilho com aqueles que não tiveram acesso e
renovo o apelo para que pulem fora de pessoas ciumentas - elas são
assassinas em potencial.
A eleição do afro-americano Barack Hussein Obama para a presidiencia
dos EUA realiza o sonho de Luther King Jr:”tenho um sonho de que um dia
as pessoas seráo julgadas não pela cor de sua pele, mas pela força de
seu caráter”. Tudo parece indicar que se iniciou, na política, um tempo
pós-racista, pois tanto os eleitores quanto o cadidato não repararam a
cor da pele mas a pessoa e suas idéias.
A razão por que a vitória de Obama gerou tamanho
entusiasmo não está apenas em que, contra todas as chances, realmente
aconteceu: ela demonstrou a possibilidade de que uma coisa dessas acontecesse.
O mesmo vale para todas as rupturas históricas
A razão por que a vitória de Obama gerou tamanho
entusiasmo não está apenas em que, contra todas as chances, realmente
aconteceu: ela demonstrou a possibilidade de que uma coisa dessas acontecesse.
O mesmo vale para todas as rupturas históricas
Os
africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois
de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as
lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse
momento, eu era também um vencedor.
Os
africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois
de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as
lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse
momento, eu era também um vencedor.
Dois grandes autores, Mia Couto e Paulina Chiziane, que tinham 20 anos
quando foi conquistada a independência de Moçambique, analisam a
situação atual do país
Dois grandes autores, Mia Couto e Paulina Chiziane, que tinham 20 anos
quando foi conquistada a independência de Moçambique, analisam a
situação atual do país