Nos jornais Brasileiros, com certa freqüência, são publicadas matérias
pagas, como se fossem artigos, assinadas por pessoas muito bem
remuneradas, defendendo a não modificação da atual lei do petróleo.
Dentre as muitas inverdades despudoradamente registradas, destacam-se,
por exemplo, que as descobertas de petróleo depois de 1997, inclusive o
pré-sal, são conseqüência da aprovação da Lei do petróleo (n° 9.478),
que substituiu a Lei do monopólio (n° 2.004), de 1953, sancionada por
Getúlio Vargas.
Nos jornais Brasileiros, com certa freqüência, são publicadas matérias
pagas, como se fossem artigos, assinadas por pessoas muito bem
remuneradas, defendendo a não modificação da atual lei do petróleo.
Dentre as muitas inverdades despudoradamente registradas, destacam-se,
por exemplo, que as descobertas de petróleo depois de 1997, inclusive o
pré-sal, são conseqüência da aprovação da Lei do petróleo (n° 9.478),
que substituiu a Lei do monopólio (n° 2.004), de 1953, sancionada por
Getúlio Vargas.
A imagem que a Bahia cultiva de si mesma - e passa para todo o Brasil - é,
em boa parte, um mito. Em resumo, é o seguinte. Numa terra plena de sol, um
povo manso e preguiçoso, viveria sempre relaxadamente. E esse mito está tão
enraizado, em termos sociais e culturais, que os próprios baianos acreditam
nele - piamente -, apesar de todas as evidências que teimam em contrariá-lo.
E todo o Brasil embarcou na canoa. Acha que a fantasia é real. Que traduz,
fielmente, a realidade baiana. E fim de papo. Mas a verdade é que não é bem
assim que as coisas se passam por aqui.
A colunista econômica Mirian Leitão escreveu um
artigo, após a mudança de comando no Banco do Brasil, intitulado "Por que
a demissão derruba as ações do BB".
A colunista econômica Mirian Leitão escreveu um
artigo, após a mudança de comando no Banco do Brasil, intitulado "Por que
a demissão derruba as ações do BB".
Enquanto
os jornalões e revistas semanais apostaram na oposição cega e vêm perdendo
lucratividade e tiragem, a investigação, opinião e análise sérias estão nos
blogs e veículos alternativos.
Enquanto
os jornalões e revistas semanais apostaram na oposição cega e vêm perdendo
lucratividade e tiragem, a investigação, opinião e análise sérias estão nos
blogs e veículos alternativos.
É bom ter mãe quando se é
criança, e também é bom quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente
pensa que viveria melhor sem ela, mas é um erro de cálculo.