| IPAC inicia Educação Patrimonial em Morro de São Paulo |
| Wednesday, 14 December 2016 16:04 | |||
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“O papel da educação patrimonial é fundamental para valorizar esse complexo arquitetônico-histórico de relevante interesse turístico, histórico, arqueológico e arquitetônico”, explica o diretor do IPAC, João Carlos de Oliveira. “As comunidades locais devem identificar os seus mais importantes patrimônios e, juntamente com as suas prefeituras e câmaras municipais, desenvolver políticas de proteção a esses bens culturais, como estabelece a Constituição, criando leis, conselhos e itens de salvaguardas, para depois obter recursos com projetos nos Editais/SecultBA e outras linhas de financiamento”, afirma João Carlos. Ele explica que a Fortaleza de Morro de São Paulo é protegida como Monumento Nacional desde 1939 pelo governo federal através do IPHAN/MinC. SETUR – De acordo com a diretora executiva do IDES, Liliana de Mello Leite, o projeto tem incentivo da Lei Rouanet e do BNDES no valor de R$ 9,2 milhões. “Depois disso, a SPU (Superintendência do Patrimônio da União) fez a cessão de uso gratuito para o Governo da Bahia que designou a Secretaria de Turismo (SETUR) para se responsabilizar pelo monumento”, relata Liliana. Segundo ela, durante a 1ª etapa do projeto que durou de 2010 a 2014 foram feitas prospecções arqueológicas, monitoramento a consolidação da muralha à beira-mar. “Já a 2ª etapa iniciada no ano passado (2015) consistiu na criação do Comitê de Governança desse complexo arquitetônico-cultural, paisagístico e ambiental para torná-lo uma atração do turismo cultural permanente para a Bahia”, diz a diretora do IDES. A fortaleza vai contar com sala de reuniões, anfiteatro com 240 lugares, espaço para eventos e área para concessão de um Café-cultural. Visitas guiadas devem ser uma das alternativas de receita. O comitê é responsável pela manutenção e operação do espaço, tendo como integrantes o Estado, SETUR, SETRE, BNDES, Sebrae, IPAC/SecultBA, IPHAN, prefeitura, comerciantes e representantes da comunidade local, dentre outros. MULTIDISCIPLINAR - Em agosto passado (2016), equipe multidisciplinar do IPAC percorreu os municípios de Cairu, Ituberá, Igrapiuna, Camamu e Maraú, no Baixo Sul baiano para catalogar e orientar as populações locais acerca das demandas sobre cultura, patrimônio material e imaterial e educação patrimonial. “Estamos trazendo diversos olhares dos setores privado, civil e público para criar um processo sustentável de gestão, cujo carro-chefe é o patrimônio cultural”, finaliza Liliana. , facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
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