| Oguntec promove educação científica na rede estadual de ensino |
| Friday, 20 April 2018 05:57 | |||
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Os estudantes fazem parte do projeto Oguntec, iniciativa do Instituto Cultural Steve Biko, em parceria com a Dow - indústria química presente na Bahia há mais de 40 anos. O programa de educação científica tem o propósito de estimular a inovação, o empreendedorismo e o desenvolvimento de plataformas tecnológicas, que atendam às necessidades da sociedade. Em 2017, os alunos do colégio foram desafiados a criar projetos nas áreas de gestão dos resíduos sólidos, reuso da água, uso consciente da energia solar, acessibilidade e preservação da história do bairro. Este ano, esse trabalho será aprimorado. “Os projetos serão plenamente desenvolvidos, para que as ideias se transformem em protótipos, a serem validados pela comunidade escolar e do entorno do Colégio Edgard Santos”, explica a diretora pedagógica do Instituto Steve Biko, Tarry Cristina. As atividades do Oguntec foram reiniciadas em abril. Projeto de vida e desenvolvimento de carreira; CCN (Cidadania e consciência negra); Introdução à automação de pequenos processos; Oficina de tutoria de especialistas (para o desenvolvimento de projetos); Gestão de projetos e Inglês instrumental serão temas abordados nas aulas e oficinas. “O objetivo é promover a incorporação dos saberes ligados à ciência e tecnologia no ambiente cultural dessa população, preparando-a para interagir com os novos desafios da sociedade tecnológica, aumentando as possibilidades de superação das desigualdades raciais e de gênero, tão presentes no contexto do mercado de trabalho e distribuição de renda na Bahia”, explica a diretora pedagógica do Steve Biko. Aplicativo para mapear acessibilidade O aplicativo para smartphones AMP – Acessibilidade para Todos foi o projeto vencedor do desafio de inovação proposto aos estudantes pelo Oguntec em 2017. A plataforma vai mapear, de forma colaborativa, as áreas acessíveis e inacessíveis para pessoas com deficiência, na capital baiana. O aplicativo terá sessão para disponibilizar leis e normas de acessibilidade, um fórum para atendimento dos usuários, barra de pesquisa para buscar estabelecimentos acessíveis e indicação das melhores rotas para quem tem dificuldade de locomoção. “No final do semestre, estamos prevendo uma atividade de interação entre os alunos e os profissionais da Dow Chemical, empresa parceira do projeto”, adianta Tarry. A Dow apoia o Instituto Cultural Steve Biko porque entende que a instituição traz um novo olhar para a formação do aluno, na medida em que contribui para o desenvolvimento e elevação da autoestima do estudante negro e afrodescendente. “A parceria com o projeto Oguntec faz parte da estratégia de cidadania corporativa da Dow, que prevê, entre seus focos de atuação, desenvolver iniciativas que buscam despertar o interesse e melhorar a preparação dos alunos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática”, esclarece Diego Arango, Líder do Site da Dow em Aratu. Hoje, a escassez de talentos, especialmente nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, é um desafio para as economias em todo o mundo. Aliado a esse problema, está a maneira desigual em que as vagas nessas carreiras são distribuídas, entre grupos sociais e raciais no Brasil, assim como as desvantagens socioeconômicas decorrentes dessas desigualdades. Sobre a Dow Presente no Brasil desde 1956, a Dow emprega cerca de 2.800 pessoas em 8 unidades fabris, 3 centros de pesquisa e 2 escritórios, entre eles a Diamond Tower, sede da Companhia na América Latina, localizada na cidade de São Paulo (SP). As unidades de produção e pesquisa da Dow no Brasil estão localizadas nos Estados da Bahia (Aratu), São Paulo (Guarujá, Hortolândia, Jacareí, Jundiaí e São Paulo), Minas Gerais (Santos Dumont e Santa Vitória) e Pará (Breu Branco).
Ao mesmo tempo em que está comprometida com a solução de problemas globais, a Dow Brasil desenvolve ações focadas nas necessidades regionais e locais. A empresa mantém diversos programas de impacto social, em benefício das comunidades onde está inserida, investindo US$ 3,7 milhões nos últimos 5 anos e impactando aproximadamente 1 milhão de pessoas.
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