| Rosemberg quer avanços na política cultural e olhar estratégico para o setor |
| Wednesday, 10 August 2022 16:31 | |||
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Com muita dança, música, manifestos, representatividade e, acima de tudo, esperança, expressões culturais apresentaram suas demandas e abraçaram o novo projeto político apresentado pelo deputado estadual e candidato à reeleição Rosemberg Pinto (PT). No centro do debate, além do parlamentar, a secretária estadual de Cultura, Arany Santana. A condução ficou por conta do ator e humorista Sulivã Bispo. Na pauta, a retomada da Cultura na centralidade das políticas públicas, do protagonismo dos blocos afro, afoxés e de samba; a presença da capoeira nas escolas públicas, a saúde das baianas de acarajé e sustentabilidade da cadeia produtiva do dendê, a importância da valorização das filarmônicas, do audiovisual, dos festivais, da cultura popular e periférica. O evento Na oportunidade, a secretária da Cultura Arany Santana falou sobre a diversidade das manifestações culturais na capital e interior, do legado de artistas consagrados e da representação identitária do povo baiano, na culinária, dança, artes. Ao deputado Rosemberg, líder do Governo e identificado com a Cultura, agradeceu a parceria. “Ele é um grande apoiador da Cultura, desde os tempos da Petrobras, quando ajudou os blocos afro e afoxés. Parabenizo também por promover esse encontro e apoiar essa gestão. Enquanto líder, ajudou a destravar muitas pautas de interesse para o setor”, declara. Para o parlamentar, a oitiva (como caracterizou o evento) – para além do espaço institucional - foi muito enriquecedor para impulsionar o desenvolvimento e a capilarização do setor. “Na condição de parlamentar, é preciso que, além de ouvidor, tenhamos a capacidade e a possibilidade de alterar o status quo. Mais do que avaliar o que foi feito, e aí eu reconheço o legado de todos que passaram pela pasta, precisamos pensar como vai ser daqui para frente, o que falta”, ressalta, se dirigindo aos gestores e legisladores presentes, além de candidatos ao pleito. Ainda segundo ele, a Cultura tem que ser olhada de forma estratégica. “Eu não posso debater apenas a ponte Salvador-Itaparica, apenas os investimentos nas policlínicas, hospitais - que são importantes - eu quero discutir as estruturas também para a nossa negrada fazer cultura em cada canto desse estado. É dessa forma que garantiremos a transformação”, discursa, enquanto é aclamado pelos presentes. Conjuntura Política Sem ministério e orçamento previsto para a Cultura, o parlamentar parabenizou o trabalho de colegas que atuam na Câmara Federal, responsáveis pela aprovação das leis emergenciais, e que garantiram a retomada do crescimento do setor no estado. “A nossa dor é na cidade, é na cidade que a gente mora, que a gente faz cultura, que a gente vive. Se a gente não tiver a descentralização de investimentos para chegar nas cidades, independentemente de quem seja o presidente ou governador eleito, a angústia vai permanecer. O projeto do qual eu faço parte reconhece que é necessário dar um salto ainda maior na política cultural do estado da Bahia”, anuncia Rosemberg Pinto. “Não podemos retroagir, aceitar a cultura da simbologia que era feita por essa turma quando estava no poder”, conclui. Vale destacar as presenças de Bacelar, Lídice da Mata, das vereadoras Marta e Maria Mariguela e da socióloga Vilma Reis, pré-candidatos a deputados federais
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| Last Updated on Thursday, 11 August 2022 06:36 |
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