| Lula: é preciso união das forças democráticas para desmontar fábrica de mentiras de Bolsonaro |
| Tuesday, 18 October 2022 13:58 | |||
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Ele afirmou que disputa uma campanha com um cidadão anormal, que faz da mentira sua forma de fazer política e destacou a importância de as forças democráticas se organizarem para enfrentar o negacionismo, a barbárie e o fascismo que tentam implementar no Brasil e em outros países do mundo.
“Eu não acredito que um governo que ganha uma eleição mentindo governe seriamente esse país. E nós não podemos entrar no ninho que eles estão metidos, de mentir, mentir, mentir, mentir. Não! Nós temos que dizer a verdade, a verdade, a verdade, a verdade, a verdade. Para a gente poder politizar a sociedade brasileira e ela conseguir entender a diferença entre nós e eles, afirmou. Lula enfatizou a necessidade de dedicação integral de todos nesses últimos dias para ajudar a desmontar a fábrica de mentiras, usando o grande ativo que a campanha dele tem: boas propostas para a reconstrução do Brasil e um legado de realizações e avanços econômicos e sociais, dos seus mandatos como presidente. Segundo o ex-presidente, o adversário gasta muito dinheiro para contar muita mentira. “Tenho certeza de que, como sempre a verdade vencerá”. O encontro reuniu mais de 20 mil comunicadores e teve participação de integrantes da coordenação da campanha, como o prefeito Edinho Silva, o deputado Rui Falcão, a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffman, o senador Randolfe Rodrigues, e políticos de partidos que integram e apoiam a coligação, como Manuela D´ávila, Guilherme Boulos, André Janones, Carlos Lupi e Simone Tebet. Pedidos de providências ao TSERepresentantes da Coligação Brasil da Esperança procuraram o Tribunal Superior Eleitoral na segunda-feira para denunciar a existência um grupo organizado, que reúne cerca de 40 pessoas, e faz produção e distribuição de fake news de forma organizada contra Lula e aliados e em favor de Jair Bolsonaro. No TSE, o grupo, do qual fez parte a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, os coordenadores Rui Falcão e Randolfe Rodrigues, além de advogados, recebeu sinalização positiva de que, provocado pela campanha, o tribunal vai agir. Além da fábrica de mentiras, os representantes também reclamaram do uso das estruturas da Presidência da República por Jair Bolsonaro para agendas de campanha. A avaliação geral do encontro é que a disputa de 2022 é a maior importante do período democrático brasileiro pelo fato de um dos lados representar ameaça à democracia e à liberdade. “Essa não é uma campanha normal. O adversário não discute o Brasil, mente o tempo inteiro, ataca o tempo inteiro. Não é brincadeira o que reservam para o Brasil, se ganharem a eleição”, disse a presidenta nacional do PT. Ir às redes e às ruas sem medoManuela D´ávila destacou a importância de a conquistar votos dos que estão desanimados com as eleições e não foram às urnas ou não votaram 13 no primeiro turno. “É hora de conversar, esclarecer sobre propostas e a construção do futuro para o povo brasileiro”, disse, destacando também a necessidade de as pessoas não terem medo de se manifestar e ir para a rua. Randolfe Rodrigues lembrou que o que está em jogo são valores civilizatórios. Ele também falou da importância de ocupação das ruas e das redes e disse a luta vale pelos que foram tirados de nós, mas sobretudo pelo que virá que é o direito de viver sob a égide de um governo democrático. Boulos disse que vivemos um momento de encruzilhada, com as eleições mais importantes desde o fim do regime militar, em que há um embate entre a democracia e a barbárie. André Janones defendeu ações coordenadas e centralizadas, enquanto Simone Tebet se colocou à disposição para seguir na busca pelos votos que faltam para eleger Lula. Ela disse que Lula representa a democracia, enquanto Bolsonaro significa retrocesso histórico.
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| Last Updated on Wednesday, 19 October 2022 03:33 |
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