| Metrô homenageia o 2 de Julho em parceria com a Funceb |
| Tuesday, 28 June 2016 15:55 |
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A programação em homenagem ao 2 de Julho na Estação Pirajá do Metrô é uma iniciativa da CCR Metrô Bahia, em parceria com o Governo do Estado, e reforça a importância da valorização da cultura, da história e dos ícones baianos para a população de Salvador e Região Metropolitana. O conjunto é formado pelos músicos Luiz Asa Branca (guitarra), Thiago Ramalho (bateria), Gleison Coelho (saxofone); Léo Jesus (Percussão); Márlon Borges (Baixo). O professor Edu Fagundes (clarinete e violão), faz a direção da apresentação. Além do Hino ao 2 de Julho (José dos Santos Barreto e Ladislau dos Santos Titara), o repertório da apresentação instrumental temática no Metrô conta com A Night in Tunísia (DizzyGillespie), Logunedé (Gilberto Gil), Bebê (Hermeto Pascoal), Wave (Tom Jobim), Na Baixa dos Sapateiros e Aquarela do Brasil (Ary Barroso), Vera Cruz (Milton Nascimento e Fernando Brant), Chovendo na Roseira (Tom Jobim), Homenagem ao Malandro (Chico Buarque), Alma Brasileira (Villa-Lobos), Santa Morena (Jacob do Bandolim), (Ary Barroso), O Morro não Tem Vez (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), Coisa N. 2 e Coisa N.5 (Moacir Santos). Promovida pela Fundação Pedro Calmon com os parceiros Funceb e Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (Ipac), vinculadas da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), a Rota da Independência 2016 teve início em 13 de junho, em Santo Amaro, e passou por São Francisco do Conde, São Félix, Maragogipe, Itaparica. Além da exibição musical, a Funceb participa da Rota deste ano também com apresentações da Escola de Dança da instituição. “O 2 de julho é uma data histórica que simboliza a nossa luta pelos ideais de liberdade, de justiça e de cidadania – da força integrada do nosso povo na diversidade de suas etnias por um bem comum”, considera Fernanda Tourinho, diretora da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb). A entidade está presente na festa há anos, apoiando manifestações culturais existentes nas cidades que participaram mais ativamente do processo histórico.
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