| Escola de Dança da Funceb recebe projeto em prol do Martagão Gesteira |
| Thursday, 11 August 2016 16:39 |
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Serão três horas destinadas às aulas de dança e uma hora destina a um bate-papo, que terá temas relacionados a função social da arte. Nesta primeira edição, os interessados em participar devem levar 2kg de alimentos não perecíveis. “Passo sempre pela frente do hospital e vejo famílias aguardando por horas atendimento do lado fora. Aquilo me tocou e me perguntei como poderia ajudar. Como não tenho condições financeiras, vi que poderia fazê-lo através da minha arte”, conta o mentor do projeto. Hélio é bailarino e professor da instituição educativa atrelada ao Centro de Formação em Artes (CFA) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb). A ação foi desenvolvida com o intuito de arrecadar alimento e material de limpeza para o hospital, que atualmente está com alguns atendimentos suspensos, devido a uma crise financeira. As aulas de dança do projeto irão ocorrer em todos os sábados do mês de agosto, sempre das 13h às 17h. A cada semana serão divulgados nas redes sociais do professor Hélio (https://goo.gl/UkO3su ou https://goo.gl/K9fpWU) os itens que devem ser doados. Retorno à sociedade - Hélio Oliveira não está sozinho nessa empreitada. Ele conta com o apoio dos bailarinos Ana Talita e Deko Alves e dos grupos InRitmo e Insight. Além do apoio da Escola.“Nós temos a preocupação técnica, é claro. Mas a missão principal da Escola de Dança da Funceb é formar cidadãos conscientes e dar retorno à sociedade”, afirma a diretora da instituição, Virgínia Costa. De acordo com Rita Carneiro, professora de dança de ventre dos Cursos Livres da Escola de Dança da Funceb e integrante da equipe de produção da ação, este é um projeto que mostra o quão a arte está associada à construção social. “Acho que o projeto idealizado pelo professor Hélio Oliveira é bem relevante, pois é uma prova de que a arte, além de ser uma aliada da sociedade civil, também permite que as pessoas reflitam sobre solidariedade e participação efetiva em causas tão essenciais”, avalia. |
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