| Revista eletrônica de Salvador desembarca nos Estados Unidos |
| Friday, 12 August 2016 17:31 |
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O projeto resultará em uma pesquisa artístico cultural pelos distritos de Harlem, Brooklyn e Bronx sobre meios de comunicação e sua contribuição para a construção de uma sociedade. O ponto alvo é a cultura digital e o seguimento de revistas eletrônicas especializadas para um determinado público. Tal pesquisa visa verificar como é a influência da mídia sobre a cultura afro americana, como são as suas narrativas e como os jovens dessas comunidades dialogam. Segundo a jornalista, o intuito dessa pesquisa é poder ser capaz de destrinchar os acontecimentos do ocidente negro para além das fronteiras territoriais e conseguir dialogar como bons aliados nesse mundo de cultura digital. Quebrando barreiras geográficas e de idiomas. Assim poder fazer um link do público brasileiro com a mídia digital norte americana através de edições especiais internacionais da revista Acho Digno tratando sobre temas como a música e a moda do Harlem, ou ainda, o cinema e o design do Brooklyn, e as artes cênicas e design do Bronx. “Dessa forma é possível tentar criar uma imprensa especializada sem pasteurizar a linguagem. Dimensões básicas de existência, em uma filosofia que abre espaço para novas formas de manifestações com ousadia, liberdade de expressão com pensamentos criativos. Podemos afirmar, sem medo de errar, que o uso de tecnologia digital muda comportamentos e cria fascinantes possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento”, analisa Camila de Moraes. Com a colaboração do Caribbean Cultural Center African Diaspora Institute, localizado no Harlem, um dos locais de pesquisa, é possível conhecer de perto a comunidade e algumas de suas ações. “Certa vez ouvi de um diretor de teatro que é na estrada que se forma um artista, o caminho se faz caminho. Essa experiência já está sendo incrível. A cultura e a arte parecem que brotam de cada canto, lugar, esquina, estação de metrô. E assim vamos trilhando na trilha dos nossos ancestrais, na busca de identidades transatlânticas”, observa encantada essa vivência pela qual teve a oportunidade de estar experimentando. |
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