| IPAC apoia Videomapping em Cachoeira e São Félix de hoje (6) até domingo (9) |
| Thursday, 06 April 2017 18:15 |
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O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) apoia o festival recebendo a equipe técnica na sua residência artística em Cachoeira. Amanhã (6), às 19h, o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, também faz palestra no festival sobre ‘Novas utilizações do patrimônio histórico’, no auditório da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). “Temos a satisfação de apoiar dezenas de eventos patrocinados pelo Fundo de Cultura da Bahia em Salvador e interior do Estado, inclusive em Cachoeira quando participamos da FLICA lançando livro e documentário sobre a Festa da Boa Morte”, afirma o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. AMÉRICA LATINA – Nessa segunda edição acontecem vídeo-projeções de imagens mapeadas nas fachadas do casario de Cachoeira e São Félix, vídeo-projeções 3D, intervenções urbanas, videoinstalações, workshops, mesa-redonda e o ReconvexoLab, além de laboratório criativo em vídeo-dança. O evento traz para Cachoeira importantes nomes das artes visuais contemporâneas da América Latina. Dentre os destaques, o artista-engenheiro Sebastián Aliés (Uruguai); o estúdio Delight LAB, com Andrea e Germán Gana (Chile); Laura Ramirez (Colômbia) com mapeamento em leds, além das obras interativas de ABDX - Rodrigo Cazares (México). Entre os nacionais, VJ Spetto – Ricardo B. Lara criador da United VJs; VJ Alexis – Alexis Anastasiou, diretor da VisualFarm; e o VJ Vigas – Leandro Mendes, um dos mais premiados do mundo. PATRIMÔNIO – Há muitos anos o IPAC desenvolve importantes ações em benefício dos patrimônios culturais de Cachoeira e São Félix. O IPAC coordenou o programa Monumenta/IPHAN que recuperou dezenas de imóveis, monumentos, igrejas e até as orlas fluviais das duas cidades. Foi o IPAC que coordenou a construção do Centro de Artes Humanidades e Letras da UFRB. Igrejas do Monte e da Matriz, Convento do Carmo e Cineteatro Glória foram alguns dos imóveis restaurados sob coordenação do IPAC. “Além disso, atuamos na região, pois temos bens culturais protegidos, como a Festa da Boa Morte (Cachoeira) e 12 terreiros de candomblé (Cachoeira e São Félix)”, completa o diretor do órgão. Livros e documentários sobre terreiros e a Boa Morte também foram produzidos pelo IPAC. No ano passado, o instituto repassou ainda materiais para obras prediais em dez terreiros que receberam o ‘Registro Especial’. Outra iniciativa na região é a ação-piloto do programa de residências artísticas, criado pela Fundação Cultural (FUNCEB) e apoiado pelo IPAC. , facebook Ipacba Patrimônio, twitter @ipac_ba e instagram @ipac.patrimonio. |
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