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Maria Ávila publica seus “poemas insubordinados”
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Monday, 04 October 2021 17:42

Maria_Avila"Poemas paridos" é a primeira obra da poeta baiana Maria Ávila. Publicado pela Empresa Gráfica da Bahia-EGBa, de maneira independente, em setembro de 2021, é um livro escrito com intensidade e entrega, com a força e o amor necessários para gerar uma vida. A poesia presente nele fala sobre ser mulher, ansiedade, dor e libertação. Cada letra é uma lágrima transformada em arte, cada página um respiro poético que acolhe a sensibilidade e a faz um portal para a cura.

O título "Poemas paridos" faz referência à poesia visceral, ao vocabulário popular e à potência de ser mulher. Em 78 páginas e 46 poemas de entrega, a autora conecta o coração humano à vontade de viver e exalta a força que mora na vulnerabilidade.

Ao definir a experiência criativa, Maria revela: “O livro é o cordão umbilical unindo as nossas sensibilidades, um fio vermelho tecido pela poesia, eternizado nessa voz mulher ecoando livre”.

O livro pode ser adquirido através das redes sociais da autora ou pelo email This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

A autora

Maria Ávila é poeta, estudante de Serviço Social na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e criadora da página @mariamariapoesia no Instagram, na qual compartilha sua escrita e desenvolve o Projeto Live Mulheres onde recebe, a cada edição, uma convidada para expor sobre vida e obra de uma mulher inspiradora. Além de escrever, motiva a escrita através do “Desafio de escrita criativa” #desafiomariamaria. Organizou a antologia “Mulheres, Afeto e Liberdade”, em parceria com a escritora Vanila Celestino, um e-book gratuito lançado em 2021 que conta com obras de diversas mulheres de todo o Brasil. Ela também é colunista da revista digital “Caderno Poético”, da editora Corallina Confraria Literária, em sua coluna escreve sobre mulheres na poesia. Ela vê na poesia livre, uma forma de recusar os padrões vigentes e revolucionar com afeto e pertencimento, reverenciando as mulheres que a inspiram.

Por Claudia Correia

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